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Segurança e tecnologia das urnas brasileiras

O processo eleitoral brasileiro é referência mundial em agilidade na contagem e divulgação dos votos. O destaque se deve à implantação das urnas eletrônicas e o consequente aumento da segurança em relação às fraudes. Para alcançar um resultado tão significativo, foram necessários anos de estudo, trabalho e mudanças, como a atualização da legislação, o desenvolvimento da tecnologia, a conscientização dos eleitores e candidatos e a implantação de novos procedimentos administrativos.
Graças à votação totalmente informatizada, a rapidez na divulgação dos resultados foi mais uma vez a marca das eleições brasileiras. Se no primeiro turno das eleições em 2010 os resultados sobre os candidatos eleitos e os que iriam para o segundo turno foram conhecidos antes da meia-noite do dia seguinte à votação, no segundo turno a apuração bateu recorde mundial. Às 20h04 (de Brasília), pouco mais de uma hora após o término da votação em todo o país, o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, anunciou a vitória matemática de Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB) na eleição para presidente da República.


Segundo o TSE, das 420 mil urnas eletrônicas usadas nas votações em 2010, apenas 2.244 tiveram que ser substituídas no primeiro turno, o equivalente a 0,56% do total, e 1.609 no segundo turno (ou 0,4%). No total, apenas nove seções no País, nos estados do Amazonas, Piauí, São Paulo (duas em cada turno), Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Sergipe, o voto teve que ser manual.
Para chegar a tal nível de excelência, o Brasil investiu em planejamento, engenharia de processos, tecnologia avançada e logística. Além disso, a constante avaliação e busca pela melhoria do sistema eleitoral como um todo têm sido uma prioridade, sempre valorizando a transparência da informação, como mostram os vídeos a seguir:

Segurança nas eleições 


O voto secreto, a criação da Justiça Eleitoral, o recadastramento dos eleitores e a utilização da urna eletrônica desde 1996 foram fases do processo que, hoje, torna as eleições brasileiras 100% confiáveis.

A urna eletrônica 

O que promete ser a inovação das próximas eleições é a utilização das urnas biométricas que, além de garantirem a segurança contra fraudes, identificarão cada um dos eleitores com perfeição, por meio da leitura das impressões digitais dos indivíduos.

Biometria

A biometria é uma ciência cada vez mais utilizada pelo processo eleitoral brasileiro e um exemplo de transparência. A expectativa do TSE é a de que em 2017 todos os brasileiros aptos a votar possam utilizar as urnas biométricas por meio do sistema de identificação digital..
Fonte dos vídeos:
 

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